Motor
Gerenciamento eletrônico, injeção, pressão de trilho, turbo e sensores de rotação e temperatura.
Leitura completa da rede do caminhão com o scanner da própria montadora. Lemos os módulos, acompanhamos os parâmetros em tempo real e cruzamos com o esquema elétrico até chegar na origem, não no sintoma.
Scanner específico de cada montadora
Ler o código que apareceu no painel é o começo do trabalho, não o fim. O código diz onde o sintoma apareceu. Diagnóstico é descobrir por que ele apareceu ali.
Gerenciamento eletrônico, injeção, pressão de trilho, turbo e sensores de rotação e temperatura.
ZF Astronic e ZF Traxon. Comando, atuadores, embreagem e a comunicação do câmbio com o motor.
Sensores de NOx, dosagem de ARLA, eficiência do SCR e a lógica que bloqueia o torque.
Sensores de roda, módulo de freio e a comunicação eletrônica entre o cavalo e o implemento.
Painel, iluminação, ar condicionado, tacógrafo e os módulos de conforto que conversam na mesma rede.
A conversa entre os módulos. Falha de rede derruba vários sistemas ao mesmo tempo e confunde o diagnóstico.
Na entrega você recebe um relatório técnico com as falhas ativas e as inativas do veículo. Ativa é a que está acontecendo agora. Inativa é a que já aconteceu e ficou registrada na memória do módulo.
Essa segunda lista é a que mais vale para quem tem frota, porque mostra o problema que está se formando e ainda não parou o caminhão. É com ela que se planeja manutenção em vez de apagar incêndio na estrada.
Caminhão na oficina não fatura. Achar a falha na primeira tentativa encurta a parada, e é aí que o diagnóstico se paga.
Sensor de NOx, módulo e catalisador custam caro. Trocar por eliminação vai somando peça boa no lixo até alguém acertar por sorte.
Quando a origem é tratada, o problema não reaparece em duas semanas com outro nome. É a diferença entre consertar e adiar.
Você fica sabendo o que o veículo tem antes de gastar. Se não compensar reparar agora, essa também é uma resposta válida.
Nem todo diagnóstico precisa de guincho. Boa parte da leitura de módulo e da medição de sinal a gente faz em campo, no pátio da transportadora ou na beira da estrada, com o mesmo equipamento que usamos na oficina.
Quando o reparo exige bancada, aí sim o veículo ou a peça vem para Uberlândia. Mas a decisão sobre isso vem depois do diagnóstico, não antes.
Manda o modelo do caminhão e o que apareceu. A gente já adianta o caminho por lá.