Não gela mais nada
Na maioria das vezes é falta de gás, e falta de gás quase sempre significa vazamento em algum ponto. Repor sem achar o furo é jogar dinheiro fora.
Ar que não gela não é frescura, é produtividade de viagem. A gente faz o diagnóstico do circuito inteiro, acha o vazamento e devolve o sistema gelando como deve. Caminhão, ônibus, carro de passeio e equipamento pesado.
Cada sintoma aponta para uma parte diferente do circuito. Por isso completar gás sem diagnóstico costuma resolver por uma semana e voltar ao mesmo ponto.
Na maioria das vezes é falta de gás, e falta de gás quase sempre significa vazamento em algum ponto. Repor sem achar o furo é jogar dinheiro fora.
Sistema que gela um tempo e depois esquenta costuma ser congelamento do evaporador, pressostato ou falha no comando que desliga o compressor fora de hora.
Odor de mofo ao ligar é sujeira acumulada no evaporador, que fica úmido e escuro. Além do cheiro, o acúmulo entope as aletas e derruba a eficiência.
Rangido ou trepidação quando o A/C liga aponta para embreagem do compressor, polia ou o próprio compressor já em desgaste.
O sistema não cria frio, ele tira o calor de dentro da cabine e joga para fora. O gás circula em duas pressões e muda de estado duas vezes no caminho.
É a bomba do sistema. Comprime o gás e o manda quente e sob alta pressão para o condensador. Falha aqui costuma vir com barulho.
Fica na frente do veículo, na tomada de ar. Joga o calor do gás para fora e o transforma em líquido. Entope de insetos e barro com facilidade.
Faz a queda de pressão que gela o gás antes dele entrar na cabine. É ela que controla quanto de gás passa por vez.
Fica dentro da cabine. É onde o gás frio absorve o calor do ar que o ventilador sopra em você. É a peça que mais acumula sujeira.
O evaporador vive úmido e escondido dentro do painel. Com o tempo ele vira um bolo de poeira, folha e mofo entre as aletas, e o ar simplesmente não passa mais.
Completar gás sem procurar o furo é o serviço mais comum e o mais inútil do mercado. Em pouco tempo o sistema esvazia de novo e o problema volta igual, com o custo repetido.
A gente parte do diagnóstico: pressão nos dois lados do circuito, teste de estanqueidade para achar o ponto de fuga, e conferência do comando elétrico que aciona o compressor. Só depois entra o reparo e a carga certa para o veículo.
Conta o que está acontecendo que a gente já diz por onde o diagnóstico começa.